Uma proteína é alostérica quando a ligação de um ligante num sítio muda a conformação da proteína e, com isso, a afinidade dela em outro sítio. Quando os sítios são semelhantes e a mudança eleva a afinidade dos demais, a ligação é cooperativa: a curva de saturação é sigmoide, e não hiperbólica, e a proteína passa de quase vazia a quase cheia numa faixa estreita de concentração do ligante. A equação de Hill a descreve:
em que é a fração de sítios ocupados, a concentração do ligante (ou a pressão parcial dele), o valor na meia saturação, e o coeficiente de Hill — 1 para sítios independentes, até o número de sítios para uma cooperatividade perfeita.