Entre todas as árvores que poderiam relacionar um conjunto de táxons, a mais parcimoniosa é a que exige o menor número de mudanças evolutivas de estado de caráter — o menor comprimento de árvore, a soma, sobre os caracteres, do número mínimo de mudanças que cada um exige nessa árvore. Um caráter que se ajusta à árvore com uma única mudança é coerente com ela; o que precisa de duas ou mais é uma homoplasia nessa árvore. A parcimônia não afirma que a evolução é econômica; é a regra de que uma hipótese não deve multiplicar convergências além do que os dados obrigam.
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