Num animal pluricelular a maior parte das células não está em contato com o mundo exterior, e sim banhada em um meio interno: o líquido extracelular (plasma sanguíneo, linfa, o líquido intersticial entre as células) cuja composição, temperatura e volume o organismo regula. As células trocam com esse líquido; o líquido troca com o exterior através das superfícies especializadas. A ideia é de Claude Bernard (1865): a constância do meio interno é a condição de uma vida livre e independente.
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