Quando uma forquilha encontra uma lesão que não foi reparada, a polimerase replicativa para. A síntese translesão (TLS) chama uma polimerase especializada, de sítio ativo mais folgado e sem revisão — a Pol para os dímeros de pirimidina, as Pol , , e a Rev1 para outras lesões —, que insere alguns nucleotídeos em frente à lesão e sai de cena. A Pol põe duas adeninas em frente a um dímero de timina, o que costuma estar certo; as outras erram com frequência. A TLS troca acurácia pela sobrevivência da forquilha e é a fonte da maioria das mutações induzidas por ultravioleta. A forma variante do xeroderma pigmentoso (XP-V) tem o reparo por excisão intacto e não tem a Pol : os dímeros que escapam da excisão são contornados pelas polimerases mais propensas a erro, e os cânceres vêm em seguida.
Exemplos
Exemplo 3.9 (Por que o xeroderma é uma doença da forquilha)
Uma dose de sol deixa dímeros de pirimidina num queratinócito. Com uma meia-vida de excisão de nucleotídeos de () e uma forquilha que chega após , dímeros ainda estão lá para ser copiados; com o reparo quase ausente de uma célula XP (), são . Cada dímero encontrado pela forquilha é contornado pela síntese translesão (adiante), que é propensa a erro: a carga de mutação do paciente por divisão é quinze vezes a normal, e os cânceres de pele vêm na infância. A cura que funciona é manter pequeno — a evitação total da luz ultravioleta.