é uniformemente contínua quando
O ponto: depende apenas de , e não da localização em . A continuidade uniforme implica a continuidade; uma função lipschitziana () é uniformemente contínua ().
Exemplos
Exemplo 13.20
é contínua em , mas não é uniformemente contínua: , embora os argumentos estejam à distância . Em qualquer intervalo limitado ela é lipschitziana, logo uniformemente contínua — coerente com o teorema de Heine, abaixo.
Exemplo 13.21 (Módulos uniformes, explicitamente)
Num segmento, Heine garante um uniforme; muitas vezes também se pode calculá-lo. Para em :
de modo que serve uniformemente (um módulo lipschitziano, linear em ). Para em : (Exercício 13.9), de sorte que serve — uniforme, mas não linear: perto de a raiz quadrada é íngreme, e o preço aparece no expoente de , não numa falha de uniformidade. A ideia de fechamento: a continuidade uniforme é um espectro, não um sim/não — a função , chamada módulo, mede o quão cara é a uniformidade, e ser lipschitziana é simplesmente a sua melhor nota.
Exemplo 13.23 (Limitada, contínua e, ainda assim, não uniformemente)
A função é contínua e limitada em , mas não é uniformemente contínua. Tome
e, no entanto, para todo : nenhum único pode servir a em toda parte. Geometricamente, as oscilações de aceleram: o gráfico completa uma onda inteira em janelas cada vez mais curtas, de modo que a escala horizontal que um dado exige encolhe a zero quando cresce. A ideia de fechamento: a limitação não compra uniformidade (este exemplo), e a ilimitação não a impede (, Exercício 13.9); o que decide é o módulo de oscilação, e o teorema de Heine diz que domínios compactos o disciplinam automaticamente.