Para uma sequência num espaço normado , a série converge quando suas somas parciais convergem; ela converge absolutamente quando . Num espaço de Banach, a convergência absoluta implica a convergência (Teorema 5.21); num espaço não completo isso pode falhar (Exercício 7.9).
Exemplos
Exemplo 7.2
Em (ou , com de Banach): para , a série de Neumann converge absolutamente para (demonstrado no Exercício 5.5); converge absolutamente para para toda (Exemplo 5.22). As séries geométrica e exponencial com valores em operadores comportam-se como seus modelos escalares — exatamente o propósito do quadro de Banach.
Exemplo 7.4
converge: e é limitada — de fato , de módulo . Ela não converge absolutamente (, e diverge, pois converge pelo mesmo critério de Abel enquanto diverge). O critério das séries alternadas é o caso particular .
Exemplo 7.5 (Abel sobre o círculo de convergência)
Para quais complexos com a série converge? Em ela é a série harmônica: divergente. Para no círculo, o critério de Abel se aplica com e , cujas somas parciais são limitadas independentemente de :
Convergente — embora nunca absolutamente (). Uma série, um círculo de comportamentos: divergência num único ponto, semiconvergência em todos os demais. Esse é o comportamento padrão na fronteira das séries de potências (Capítulo 11), aqui encontrado na unha; em ele recupera a série harmônica alternada, e em suas partes real e imaginária são as séries e do Exercício 7.4.