Um equilíbrio é um ponto com (de modo que ). Ele é estável se, para todo , existe tal que implica que a solução existe para todo com ; é assintoticamente estável se, além disso, para todo perto de .
Exemplos
Exemplo 19.9 (O plano, classificado)
Para com inversível, o retrato de fase perto de é decidido por e , através dos autovalores :
- : autovalores reais de sinais opostos — uma sela; duas trajetórias entram, duas saem, e todas as demais passam ao largo. Sempre instável.
- , : autovalores reais de mesmo sinal () — um nó, estável se, e somente se, ; as trajetórias são tangentes à direção própria lenta.
- , , : autovalores complexos conjugados — uma espiral (foco), estável se, e somente se, ; as soluções são rotações de período .
- , : autovalores puramente imaginários — um centro: órbitas fechadas (elipses), estabilidade sem estabilidade assintótica, exatamente o caso limite que o Teorema 19.12 não consegue decidir para sistemas não lineares (o equilíbrio inferior do pêndulo, Problema 19.1, fica aqui).
A parábola de fronteira carrega os nós degenerados (blocos de Jordan: trajetórias com uma única direção tangente). Tudo se lê em dois números — e é por isso que o primeiro reflexo diante de um retrato de fase plano é calcular e ; por exemplo, (oscilador amortecido): , : espiral estável para , nó estável para — subamortecimento contra superamortecimento, em um relance.