Uma árvore filogenética é um diagrama do parentesco de um conjunto de espécies (ou de outros grupos). As pontas dela são as espécies comparadas; cada nó onde dois ramos se encontram representa o ancestral comum mais recente delas — uma população hipotética, não um fóssil conhecido; a raiz é o ancestral comum de todas. Duas espécies são parentes mais próximas que uma terceira quando o ancestral comum delas (o nó delas) é mais recente que o nó que elas compartilham com a terceira. O parentesco é lido nos nós, nunca na posição da esquerda para a direita das pontas.
Exemplos
Exemplo 26.3 (Leituras erradas a evitar)
“Os seres humanos descendem dos chimpanzés”: não — na árvore, os seres humanos e os chimpanzés são pontas irmãs, descendentes de um ancestral comum que não era nem um nem outro. “A rã é mais primitiva”: não — toda ponta é uma espécie do presente com a mesma extensão de história desde a raiz; a linhagem da rã evoluiu por tanto tempo quanto a nossa. “O lagarto é mais próximo da rã que do camundongo” (a partir da árvore A): não — o lagarto e o camundongo compartilham um nó mais recente.