Uma imagem é real quando os raios emergentes passam efetivamente por ela: um anteparo colocado ali a recolhe; é virtual quando só os prolongamentos para trás se encontram: anteparo nenhum a recolhe, mas um olho que olhe para dentro da lente a vê perfeitamente bem. Uma lente convergente dá uma imagem real e invertida de qualquer objeto além de ; deslize o objeto para dentro da distância focal e a imagem se torna virtual, direita e ampliada.
Exemplos
Exemplo 10.10 (A fórmula em ação)
Um objeto está à frente de uma lente convergente com : , logo
uma imagem real atrás da lente, invertida, com metade do tamanho — exatamente o que os três raios desenham.
Exemplo 10.14 (Receitar para um míope)
Um olho míope tem o ponto remoto a : a lente corretora precisa mostrar os objetos distantes no ponto remoto — objeto no infinito, imagem em (virtual, à frente). Então : , D; o olho relaxado olha para essa imagem virtual e a vê com nitidez.
Exemplo 10.16 (A lupa do joalheiro)
Lupa com , pedra a : , logo e : uma imagem virtual, direita, cinco vezes maior, a confortáveis da lente.