Logo uT(ψ)=(b1+3b3)e1∗+(2b1+b2)e2∗ e, nas bases duais, a matriz de uT é
(120130)=AT:
a transposta abstrata é a matriz virada, sem nenhum cálculo que reste a aceitar por fé. Note o mecanismo: a j-ésima coluna de A tornou-se a j-ésima linha da nova matriz porque ψ∘u lê as saídas de u através dos coeficientes de ψ.
Exemplo 2.11(O posto lido dos dois lados)
Seja
A=101213011112.
Posto por colunas: a terceira linha é a soma das duas primeiras, logo rkA≤2; as colunas 1 e 2 são livres: rkA=2. O núcleo da transposta: resolvendo ATy=0 obtém-se y∈R(1,1,−1), de modo que kerAT tem dimensão 1=3−2: exatamente (imA)∘ sob a identificação de (R3)∗ com os vetores linha, como afirma a Proposição 2.10 — a única relação “linha3 = linha1 + linha2” é o anulador do espaço das colunas. O posto por linhas (2 linhas livres) e o posto por colunas coincidem não por acaso, mas porque ambos valem rkA=rkAT.