O piruvato entra na mitocôndria e é oxidado pelo complexo piruvato-desidrogenase a acetil-CoA — um grupo acetila de dois carbonos carregado pela coenzima A (Capítulo 11) numa ligação tioéster rica em energia —, liberando um e um NADH. O acetil-CoA é a entrada comum de todos os combustíveis no ciclo: os carboidratos pelo piruvato, as gorduras pela -oxidação, e muitos aminoácidos diretamente.
Exemplos
Exemplo 15.7 (Acompanhando os carbonos)
Forneça a uma célula glicose marcada com no carbono 1: a marcação aparece no carbono metila do piruvato, depois no do acetil-CoA, entra no citrato, e só sai como na segunda ou na terceira volta do ciclo — os dois carbonos liberados numa dada volta pertencem ao oxaloacetato da volta anterior. Krebs (1937) deduziu o ciclo da observação de que quantidades catalíticas de qualquer um dos ácidos dele estimulavam a oxidação de muito mais piruvato do que elas próprias poderiam explicar: elas estavam sendo regeneradas.