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Matemática · 术语表

什么是 Topologia de um espaço métrico?

又称: aberto num espaço métrico

Definição 4.3 Matemática universitária — Graduação 2 · 第 4 章 — Topologia dos espaços métricos

U⊆XU \subseteq X é aberto quando todo ponto de UU é centro de uma bola contida em UU; FF é fechado quando seu complementar é aberto. Vizinhanças, interior, fecho, densidade e fronteira definem-se exatamente como na reta real (volume do primeiro ano de graduação), com bolas no lugar de intervalos, e os enunciados aí demonstrados — uniões e interseções de abertos, caracterizações do interior e do fecho, o fecho como menor fechado que contém o conjunto — transferem-se com as mesmas demonstrações. As bolas abertas são abertas, as bolas fechadas são fechadas (desigualdade triangular).

示例

Exemplo 4.4 (Interior, fecho e fronteira num só conjunto)

Em R\R, seja A=(0, 1]∪{2}A = \intoc{0}{1} \cup \{2\}. Interior: (0, 1)\intoo{0}{1} — em torno de qualquer x∈(0, 1)x \in \intoo01 uma bola pequena permanece em AA; em torno de 11, toda bola (1−r, 1+r)\intoo{1-r}{1+r} vaza para fora de AA pela direita, logo 11 não é interior; e o ponto isolado 22 também não é interior. Fecho: [0, 1]∪{2}\intcc{0}{1} \cup \{2\} (o ponto 00 é limite de AA, e nada mais se acrescenta). Fronteira (fecho menos interior): {0,1,2}\{0, 1, 2\}. Note as assimetrias que vale a pena guardar: uma extremidade pode pertencer a um conjunto sem ser interior (11), pode ser aderente sem pertencer (00), e um ponto isolado é sua própria fronteira (22). A mesma contabilidade roda palavra por palavra em qualquer espaço métrico, com bolas no lugar de intervalos.

Exemplo 4.10 (Abertos e fechados reconhecidos pela continuidade)

A caracterização global (Teorema 4.6) é a ferramenta cotidiana da contabilidade topológica. Em R2\R^2: o conjunto {(x,y):x2+y2<1, y>x3}\{(x, y) : x^2 + y^2 < 1,\ y > x^3\} é aberto — é g−1((−∞, 1))∩h−1((0, +∞))g^{-1}(\intoo{-\infty}{1}) \cap h^{-1}(\intoo{0}{+\infty}) para a função contínua g(x,y)=x2+y2g(x,y) = x^2 + y^2 e h(x,y)=y−x3h(x, y) = y - x^3, uma interseção de duas imagens inversas de abertos. Em (C([0, 1]),d∞)\bigl(C(\intcc01), d_\infty\bigr): o conjunto das funções com f(0)=f(1)f(0) = f(1) e ∫01f=0\int_0^1 f = 0 é fechado — é a imagem inversa de {(0,0)}\{(0,0)\} pela aplicação contínua f↦(f(0)−f(1), ∫01f)f \mapsto \bigl(f(0) - f(1),\ \int_0^1 f\bigr) com valores em R2\R^2 (cada coordenada é 11-lipschitziana, como no Exercício 4.3). O método nunca desenha figura: exiba uma aplicação contínua, leia o conjunto como imagem inversa, cite o teorema.

Exemplo 4.22 (Lendo a compacidade nas coberturas)

O intervalo semiaberto (0, 1]\intoc{0}{1} é coberto pelos abertos Un=(1n, 2)U_n = \intoo{\frac1n}{2}, n≥1n \geq 1; qualquer subfamília finita tem um maior índice NN e deixa de fora (0, 1N]\intoc{0}{\frac1N}: não há subcobertura finita, logo (0, 1]\intoc{0}{1} não é compacto — o que a definição sequencial enxerga por meio de xn=1nx_n = \frac1n, cujo limite 00 escapa. Por outro lado, acrescentar o único ponto 00 repara os dois diagnósticos de uma vez: em [0, 1]\intcc{0}{1} toda cobertura desse tipo deve conter um conjunto que contém 00, o qual engole todo um segmento inicial, e um número finito de conjuntos termina o resto. As duas linguagens do Teorema 4.20 sempre falham ou funcionam juntas — as coberturas detectam a fuga exatamente onde as sequências detectam.

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