O peso aparente de um corpo é a força normal entre ele e o seu apoio — o que uma balança sob ele marca.
Exemplos
Exemplo 25.14 (O elevador)
Um passageiro de está sobre uma balança num elevador de aceleração vertical (positiva para cima): , logo . Puxando para cima a : , mais pesado; freando perto do topo: , mais leve; cruzeiro estável: — a primeira lei; em queda livre, : , ausência de peso sobre uma balança.
Exemplo 25.15 (Dois blocos e uma roldana)
Um bloco sobre uma mesa sem atrito é amarrado por uma corda leve, passando por uma roldana ideal, a um bloco pendurado . A corda transmite a mesma tensão nas duas pontas; os blocos compartilham um único módulo de aceleração . Uma segunda lei para cada um, ao longo do respectivo movimento: e , logo e — menor do que , como tem de ser para que acelere para baixo.
Exemplo 25.16 (A curva plana)
Um carro de massa faz uma curva plana de raio com velocidade escalar constante . Na base de Frenet (Capítulo 24) a aceleração é puramente normal, , apontada para o centro. Na vertical, ; na horizontal, a única força centrípeta disponível é o atrito estático da pista sobre os pneus: , logo , seja qual for a massa. Para em pista seca (): (); no gelo o teto desaba — o Exercício 25.13 sobreleva a pista, e o Exercício 25.10 faz a mesma projeção pendurada num fio.