Biologia · Glossário

O que é Floema, tubos crivados, fonte e dreno?

Definição 24.6 Biologia universitária — 1.º ano · Capítulo 24 — Trocas gasosas e transporte de seiva nas plantas

O açúcar viaja no floema, em tubos crivados: fileiras de células vivas que perderam o núcleo e a maioria das organelas mas conservam as membranas, unidas topo a topo por placas crivadas perfuradas, cada célula acompanhada por uma célula companheira que lhe fornece proteínas e ATP. A seiva tem de 10 to 30%10\text{ to }30\,\% de sacarose, com aminoácidos, íons e moléculas de sinalização, e corre das fontesfolhas que fotossintetizam, ou órgãos de reserva sendo esvaziados — para os drenos — ápices em crescimento, raízes, frutos, sementes, órgãos de reserva sendo enchidos — a 0.5 to 1m/h0.5\text{ to }1\,\mathrm{m}/\mathrm{h}, em qualquer sentido, e em sentidos diferentes em tubos diferentes.

Fluxo por pressão. Carregar sacarose na fonte faz entrar água vinda do xilema e eleva a pressão; descarregar no dreno deixa a água sair e a baixa; a seiva corre entre os dois, e a água volta pelo xilema.
Fluxo por pressão. Carregar sacarose na fonte faz entrar água vinda do xilema e eleva a pressão; descarregar no dreno deixa a água sair e a baixa; a seiva corre entre os dois, e a água volta pelo xilema.
Um pulgão alimentando-se num caule: seu estilete, mais fino do que um cabelo, está dentro de um único tubo crivado, e a pressão do floema empurra a seiva para dentro do inseto — tanto que o excedente sai dele como melada. Cortado, o estilete torna-se a torneira do fisiologista vegetal.
Um pulgão alimentando-se num caule: seu estilete, mais fino do que um cabelo, está dentro de um único tubo crivado, e a pressão do floema empurra a seiva para dentro do inseto — tanto que o excedente sai dele como melada. Cortado, o estilete torna-se a torneira do fisiologista vegetal.

Exemplos

Exemplo 24.9 (Uma batata em duas estações)

No verão as folhas são fontes e os tubérculos subterrâneos são os drenos: a sacarose desce, é descarregada, convertida em amido, e os tubérculos incham. Na primavera o tubérculo brota: seu amido é reconvertido em sacarose, carregado no floema, e sobe até o broto em crescimento — o mesmo tubo, o sentido oposto, porque a fonte e o dreno trocaram de lugar.

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