O açúcar viaja no floema, em tubos crivados: fileiras de células vivas que perderam o núcleo e a maioria das organelas mas conservam as membranas, unidas topo a topo por placas crivadas perfuradas, cada célula acompanhada por uma célula companheira que lhe fornece proteínas e ATP. A seiva tem de de sacarose, com aminoácidos, íons e moléculas de sinalização, e corre das fontes — folhas que fotossintetizam, ou órgãos de reserva sendo esvaziados — para os drenos — ápices em crescimento, raízes, frutos, sementes, órgãos de reserva sendo enchidos — a , em qualquer sentido, e em sentidos diferentes em tubos diferentes.
Exemplos
Exemplo 24.9 (Uma batata em duas estações)
No verão as folhas são fontes e os tubérculos subterrâneos são os drenos: a sacarose desce, é descarregada, convertida em amido, e os tubérculos incham. Na primavera o tubérculo brota: seu amido é reconvertido em sacarose, carregado no floema, e sobe até o broto em crescimento — o mesmo tubo, o sentido oposto, porque a fonte e o dreno trocaram de lugar.