tem dimensão finita quando possui uma família geradora finita. (Caso contrário, tem dimensão infinita: é o caso de , cujas famílias finitas só geram polinômios de grau limitado.)
Exemplos
Exemplo 19.5
(base canônica); (monômios); ; o espaço das soluções de tem dimensão (Teorema 5.10: as soluções são parametrizadas bijetiva e linearmente por ).
Exemplo 19.6 (O mesmo conjunto, duas dimensões)
O conjunto dos pares de números complexos é um espaço vetorial sobre de dimensão (base canônica ) — e um espaço vetorial sobre de dimensão , com base
todo tem coordenadas reais , de modo único. A dimensão não é uma propriedade do conjunto de vetores sozinho: ela conta os graus de liberdade relativamente aos escalares permitidos, e reduzir pela metade o estoque de escalares, de para , duplica a contagem. (O problema de fim de semana explora o caso extremo dessa sensibilidade, com os escalares encolhidos até .)
Exemplo 19.9 (Dois em três, poupando metade do trabalho)
Será uma base de ? Conte: três vetores, dimensão três — logo só a liberdade decide. Uma combinação nula dá , , ; somando as três, , e subtraindo cada equação original de resta : livre, logo uma base, com a metade “geradora” da verificação fornecida de graça pelo teorema. Compare com o Exemplo 18.18, em que a mesma verificação dupla teve de ser feita à mão — um capítulo de teoria converte-se exatamente nessa economia, em cada verificação de base do resto do livro.