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Ciências da Terra e do espaço universitárias — 2.º ano · স্নাতক দ্বিতীয় বর্ষ
11Termobarometria e trajetórias P–T–t
Uma granada de alguns milímetros, crescida em um xisto, guarda em seu núcleo a composição que tinha quando começou a crescer e em sua borda a composição que tinha quando parou. Cada zona estava em equilíbrio com a biotita e o plagioclásio ao seu redor naquele momento, e a maneira como o ferro, o magnésio e o cálcio se repartiam entre esses minerais depende da temperatura e da pressão. Lida com a termodinâmica do capítulo anterior, uma granada diz a que profundidade sua rocha foi soterrada e quão quente ficou; datada, diz quando, e com que rapidez a rocha voltou a subir. Este capítulo transforma os minerais metamórficos em termômetros, barômetros e relógios, e segue uma rocha ao longo de sua trajetória através da crosta.
O que você já sabe
Do volume do ensino médio: grau metamórfico, minerais-índice e isógradas. Do volume do primeiro ano: a geoterma e a produção de calor radiogênico; a crosta continental com cerca de de espessura; a datação radiométrica, a temperatura de fechamento de um mineral e a idade de resfriamento que ela fornece; a crosta oceânica e seu peridotito. Dos livros de física: a equação do calor e a difusividade térmica . Dos livros de química: a constante de equilíbrio, , e as atividades em soluções ideais. Do Capítulo 10: as reações metamórficas, a inclinação de Clapeyron, o diagrama e as fácies.
11.1 As zonas metamórficas
Nos lamitos das Terras Altas da Escócia, George Barrow mapeou na década de 1890 uma sequência de zonas, cada uma marcada pelo primeiro aparecimento de um novo mineral-índice. Em direção ao grau mais alto, à clorita se juntam sucessivamente a biotita, a granada, a estaurolita, a cianita e a silimanita; nas seções-tipo, as zonas da granada à silimanita se formaram a cerca de 500 a e 5 a .
Definição 11.1 (Zonas barrovianas; gradiente metamórfico de campo)
As zonas barrovianas são as zonas metamórficas dos metapelitos na ordem clorita, biotita, granada, estaurolita, cianita, silimanita, cada uma começando na isógrada de seu mineral-índice. O gradiente metamórfico de campo de uma região é a curva, no plano pressão–temperatura, que passa pelas condições de pico registradas por suas rochas nos lugares onde elas afloram hoje.
Cada ponto de um gradiente de campo vem de uma rocha diferente, e cada rocha atingiu seu próprio pico em seu próprio momento: o gradiente de campo não é a geoterma de nenhum instante, nem a trajetória de nenhuma rocha. É o traço que os picos deixam na superfície de erosão atual.
As isógradas são mapeadas a partir dos aparecimentos de minerais, e só se tornam condições de pressão e de temperatura quando as reações por trás delas são conhecidas. Para ir além, é preciso medir a temperatura e a pressão em uma única rocha.
11.2 Termômetros e barômetros
Definição 11.2 (Geotermômetro; geobarômetro; reação de troca; reação de transferência líquida)
Um geotermômetro (geobarômetro) é um equilíbrio entre minerais cuja posição depende sobretudo da temperatura (da pressão), de modo que as composições dos minerais dão a temperatura (a pressão) de seu último equilíbrio. Uma reação de troca permuta dois elementos entre dois minerais, como o ferro e o magnésio entre granada e biotita, sem criar nem destruir nenhum dos dois minerais. Uma reação de transferência líquida produz certos minerais à custa de outros.
O termômetro mais usado dos metapelitos é a troca de ferro e magnésio entre granada e biotita,
almandina mais flogopita dando piropo mais anita. Sejam e as frações dos sítios ocupadas pelo magnésio e pelo ferro em cada mineral, e
Proposição 11.3 (Um equilíbrio de troca)
Se a granada e a biotita são soluções ideais e , e da reação acima são constantes, então no equilíbrio
Demonstração. Cada mineral tem três sítios para o ferro ou o magnésio. Em uma solução ideal, a atividade de um membro extremo é o produto das frações de seus sítios que ele ocupa: na granada, e assim por diante. A constante de equilíbrio é portanto
No equilíbrio, , com (o 1 de desprezado), o que dá a primeira equação; resolvendo-a em , obtém-se a segunda. ∎
As constantes vêm de experimentos em que granada e biotita sintéticas trocaram ferro e magnésio a temperatura conhecida e a . Doze desses intervalos, de 550 a , representados como em função de , ficam perto de uma reta (a figura abaixo); ajustados por mínimos quadrados com , eles dão e , os valores de recálculos publicados dos mesmos dados. A temperatura mais alta, a razão sobe em direção a 1: a granada toma uma parte maior do magnésio.
Para a , , ou . Um quilobar a mais acrescenta : a reação troca íons de mesma carga entre sítios de tamanho quase igual, sua variação de volume é pequena, e a pressão quase não importa. É isso que faz um termômetro.
Um barômetro precisa do contrário: uma reação com grande variação de volume. A reação de transferência líquida
anortita dando grossulária, cianita e quartzo, acomoda os átomos de três feldspatos em minerais mais densos: , vinte vezes o da troca. Seu equilíbrio entre membros extremos, revertido em experimentos a 900 a e 19 a , segue
Em uma rocha, a grossulária é uma pequena parte da granada e a anortita uma parte do plagioclásio. Com atividades ideais, e , a condição escrita em e em dá
Esse geobarômetro, chamado GASP a partir dos quatro minerais (granada, aluminossilicato, sílica, plagioclásio), serve onde quer que um metapelito contenha os quatro.
Método 11.4 (Temperatura e pressão de uma rocha)
(1) Meça, em minerais que cresceram juntos, as composições de que o termômetro e o barômetro precisam. (2) Suponha uma pressão e calcule a temperatura com o termômetro. (3) A essa temperatura, calcule a pressão com o barômetro. (4) Repita (2) e (3) até que nenhuma das duas mude; duas ou três rodadas bastam, já que cada equação depende pouco da variável que a outra fixa. Graficamente, a resposta está onde a linha do termômetro cruza a linha do barômetro. (5) Propague as incertezas: para erros independentes, , e analogamente para .
As linhas do termômetro são quase verticais, as do barômetro inclinadas: elas se cruzam segundo um ângulo amplo, o que mantém a interseção precisa. A mistura ideal é a principal simplificação deste capítulo. As granadas reais contêm cálcio e manganês, as biotitas reais alumínio, titânio e ferro férrico, e as calibrações que os corrigem deslocam as temperaturas de dezenas de graus (em uma região bem estudada, em vez de ); as melhores reivindicam uma incerteza de cerca de .
11.3 Trajetórias pressão–temperatura
Uma rocha não atinge sua pressão máxima e sua temperatura máxima no mesmo momento. Ela é soterrada e aquecida, depois trazida de volta e resfriada, e seus minerais reagem ao longo de todo o caminho.
Definição 11.5 (Trajetória P–T; trajetórias progressiva e retrógrada; condições do pico metamórfico)
A trajetória P–T de uma rocha é a sequência de pressões e de temperaturas pelas quais ela passou durante um evento metamórfico. Sua trajetória progressiva é a parte ao longo da qual a temperatura sobe, sua trajetória retrógrada a parte ao longo da qual ela desce. As condições do pico metamórfico são a pressão e a temperatura na temperatura mais alta da trajetória, o pico térmico; o pico de pressão, ou pico bárico, não coincide necessariamente com ele.
Uma trajetória é horária quando, desenhada com a temperatura para a direita e a pressão para cima, o pico térmico vem depois do pico bárico, durante a descompressão; é anti-horária quando o pico térmico é atingido enquanto a pressão ainda sobe. Qual sentido uma rocha segue depende de como o calor chegou até ela, e o caso mais simples pode ser calculado.
Imagine-se uma crosta de de espessura, em regime estacionário, com uma produção de calor de , um fluxo de calor de vindo de baixo, uma condutividade de e uma difusividade de , as três últimas dentro das faixas medidas em rochas. Seu fluxo de calor em superfície é de e seu Moho fica a . Uma colisão empilha uma segunda cópia dessa crosta sobre ela, depressa em comparação com o tempo de que o calor precisa para se deslocar: as rochas da lâmina inferior conservam suas temperaturas, mas ficam mais fundas, de modo que a geoterma se torna um dente de serra, com rochas a a sob rochas quentes da lâmina superior. A crosta tem agora de espessura e contém o dobro de rocha produtora de calor. Trinta milhões de anos depois do empilhamento, a erosão começa e remove em 70 milhões de anos ().
Proposição 11.6 (Escala de tempo do relaxamento térmico)
Em uma camada de espessura cujas duas faces são mantidas a temperatura fixa, uma perturbação de temperatura da forma decai como , com
Demonstração. Escreva-se , que se anula em e . A equação do calor dá , logo com , e . ∎
O dente de serra tem um comprimento de onda da ordem da espessura de uma lâmina: com , , e a cunha fria a se apaga em dez milhões de anos. A crosta espessada inteira, , relaxa em , de modo que o aquecimento continua por dezenas de milhões de anos, em direção à geoterma muito mais quente que sustenta uma crosta duas vezes mais espessa e com o dobro de rocha produtora de calor. A figura abaixo mostra as geotermas calculadas.
Siga-se a rocha que estava na superfície antes do empilhamento e fica a logo depois dele, sob . Em cinco milhões de anos, ela se aquece de 0 a sem se mover; no início da erosão, já chegou a . A erosão então a faz subir, mas o calor continua chegando mais depressa do que escapa: a rocha ainda se aquece quando já subiu , e atinge seu pico térmico, a , 43 milhões de anos depois do empilhamento. Só então ela se resfria, passando por a de profundidade e , a caminho da superfície. A trajetória (a figura abaixo) é horária. Ela também permanece a menos de de sua temperatura de pico durante trinta milhões de anos, cerca de um terço de toda a sua viagem, como England e Thompson constataram em 1984 para a maioria dos casos geologicamente plausíveis: uma rocha passa muito tempo perto de seu pico, e os minerais que ela conserva registram sobretudo essa etapa.
O modelo mostra também por que algumas trajetórias giram no outro sentido. O espessamento sozinho só aquece uma rocha depois que ela foi soterrada, de modo que seu pico térmico vem durante a exumação. Uma rocha cuja temperatura sobe enquanto ainda está sendo soterrada precisa de calor de outra origem, como um magma que sobe na crosta acima ou ao lado dela, e segue uma trajetória anti-horária. E, na crosta espessada, a base se aquece muito acima de sua temperatura inicial: England e Thompson concluíram que uma fusão considerável da crosta é uma consequência provável do espessamento, o assunto do Capítulo 12.
11.4 Acrescentar o tempo
Definição 11.7 (Trajetória P–T–t)
A trajetória P–T–t de uma rocha é sua trajetória P–T com o momento em que cada ponto foi atingido.
O tempo vem da datação radiométrica. Um mineral que cresceu durante o evento e conservou seus isótopos-filhos desde então, como uma zona de granada datada pelo método samário–neodímio, data seu próprio crescimento, e sua composição dá a pressão e a temperatura desse momento. Um mineral que cresceu antes, a temperatura mais alta, dá em vez disso uma idade de resfriamento: o momento em que a rocha se resfriou abaixo da temperatura de fechamento daquele mineral e daquele sistema isotópico (volume do primeiro ano). Para o argônio em um grão de muscovita de de raio, resfriando-se a por milhão de anos, a temperatura de fechamento é de a e de a .
Definição 11.8 (Exumação; taxa de exumação)
A exumação é o movimento de uma rocha em direção à superfície da Terra, pela remoção das rochas acima dela. A taxa de exumação é a taxa de diminuição de sua profundidade.
Proposição 11.9 (Taxas a partir de dois pontos datados)
Se uma rocha estava à temperatura e à profundidade no tempo e a , em um tempo posterior (idades contadas para trás a partir de hoje, ), suas taxas médias de resfriamento e de exumação no intervalo são
e suas incertezas, para erros independentes nas duas idades, decorrem de .
Demonstração. Uma taxa média é uma diferença dividida pelo tempo decorrido ; a variância de uma diferença de grandezas independentes é a soma de suas variâncias. ∎
A profundidade em que uma idade de resfriamento foi fixada raramente é medida: ela é estimada a partir da geoterma da época, e é por isso que as taxas de exumação são menos certas que as taxas de resfriamento. Uma pressão, quando uma assembleia mineral fornece uma, fixa diretamente a profundidade, como , com a densidade média das rochas acima.
11.5 Séries metamórficas e cinturões pareados
Definição 11.10 (Série metamórfica; cinturões metamórficos pareados)
Uma série metamórfica (ou série de fácies) é uma sequência de fácies metamórficas desenvolvidas sob a mesma faixa de razões entre pressão e temperatura, e que ocupa portanto um setor radial do plano pressão–temperatura. Os cinturões metamórficos pareados são dois cinturões paralelos de mesma idade, um de série de alta pressão e outro de série de baixa pressão.
Três séries são comumente distinguidas. Uma razão alta entre pressão e temperatura, ao longo de um gradiente frio, leva da fácies zeólita aos xistos azuis e eclogitos: a série das zonas de subducção. Uma razão intermediária leva pelas fácies xisto verde, anfibolito e granulito, com cianita e depois silimanita nos metapelitos: a série barroviana. Uma razão baixa, ao longo de gradientes quentes como os que há perto das intrusões, produz andaluzita e depois silimanita: a série de baixa pressão, ou série de Buchan. A figura abaixo traça três gradientes através do diagrama dos aluminossilicatos.
A ideia das séries veio do Japão, onde Akiho Miyashiro as definiu em 1961. No sudoeste do país, o cinturão de Sanbagawa, de metamorfismo de alta pressão e baixa temperatura, estende-se por mais de ao lado do cinturão de Ryoke, de metamorfismo de alta temperatura e baixa pressão, os dois separados por uma falha importante: o par clássico. O cinturão de Sanbagawa é uma antiga zona de subducção, o cinturão de Ryoke o arco vulcânico acima dela. Uma zona de subducção produz assim as duas séries ao mesmo tempo, rochas frias arrastadas para baixo pela placa que afunda, rochas quentes aquecidas no arco; cinturões pareados do mesmo tipo são conhecidos em torno do Pacífico.
11.6 Ultra-alta pressão e exumação
Em 1984 foi descrito, no maciço de Dora Maira, nos Alpes Ocidentais, um quartzito cujas granadas, de até e quase de piropo puro, englobam grãos de coesita, o polimorfo denso da sílica, em parte retransformada em quartzo; a expansão durante essa inversão fraturou radialmente a granada hospedeira em torno de cada grão. A coesita e seus minerais companheiros implicam pelo menos a cerca de : rochas da crosta continental superior, antes sedimentos, tinham descido a ou mais e voltado.
Definição 11.11 (Metamorfismo de ultra-alta pressão)
O metamorfismo de ultra-alta pressão é o metamorfismo de rochas crustais a pressões altas o bastante para que cresça coesita, ou diamante.
Seis anos depois, diamantes com média de foram encontrados em gnaisses, xistos e rochas de granada–piroxênio do maciço de Kokchetav, no norte do Cazaquistão, englobados em granada e zircão, que os protegeram da transformação em grafita: eles cresceram a ou mais e acima de 900 a . A crosta continental, leve como é, pode ser arrastada a mais de cem quilômetros de profundidade.
Como ela volta é contado por seus relógios. Nas rochas subductadas mais profundas dos Alpes, a titanita datada em estágios sucessivos mostra que uma rocha calcissilicática atingiu cerca de a , estava a a , e perto de 0.4 a a . As taxas médias de exumação, 3.4 e depois , igualam as velocidades das placas: as rochas voltaram mais ou menos tão depressa quanto desceram, muito mais depressa do que a erosão poderia tê-las desnudado. Os autores invocam a flutuabilidade, a crosta leve subindo através do manto mais denso, e o falhamento normal, que adelgaça as rochas acima.
11.7 O metamorfismo de fundo oceânico
Definição 11.12 (Metamorfismo de fundo oceânico; serpentinização)
O metamorfismo de fundo oceânico é o metamorfismo regional da litosfera oceânica perto dos centros de expansão, por fluidos aquosos quentes que circulam sob fortes gradientes geotérmicos; a recristalização é em geral incompleta e a temperatura tipicamente aumenta com a profundidade. A serpentinização é a hidratação de rochas ricas em olivina em serpentina.
A água do mar aspirada para a crosta jovem perto do eixo de uma dorsal se aquece, reage com as rochas e volta a subir. Os basaltos que ela atravessa se recristalizam, de forma incompleta, em minerais hidratados, em uma ampla faixa de temperaturas. Onde a água chega ao peridotito, como nas dorsais lentas, onde a rocha do manto sobe até o fundo do mar e alimenta fontes como as do campo de Lost City (volume do primeiro ano), a olivina absorve água:
forsterita dando serpentina e brucita. Os volumes molares, 43.65 para a forsterita, 107.50 para a serpentina e para a brucita, mostram o que isso faz à rocha: de olivina se tornam de sólidos, a mais, e a densidade cai de 3.22 para . A rocha incha e fica mais leve, e a água que ela fixou desce com ela quando a placa é subductada.
No laboratório — Ler uma granada
Para ler uma trajetória P–T, um petrólogo primeiro corta uma lâmina delgada pelo centro de uma granada, já que uma seção fora do centro não alcança o núcleo. Ao microscópio, as inclusões são mapeadas: pequenos grãos de quartzo, biotita, plagioclásio ou cianita aprisionados enquanto a granada crescia, às vezes alinhados em trilhas que preservam uma foliação mais antiga da rocha. Uma microssonda eletrônica mede então a composição ao longo de uma linha do núcleo à borda, e um mapa de magnésio, ferro, cálcio e manganês mostra as zonas de crescimento. Cada zona é emparelhada com os minerais que cresceram com ela: as inclusões para o núcleo, a matriz em contato para a borda. Termômetro e barômetro são aplicados a cada par, e as zonas são datadas quando um mineral o permite. O Capítulo 31 descreve os instrumentos.
11.8 Exercícios
Exercício 11.1 ★
Seis amostras de uma mesma formação de lamito, coletadas ao longo de uma estrada, contêm: (A) clorita, muscovita, quartzo; (B) biotita, clorita, muscovita, quartzo; (C) granada, biotita, muscovita, quartzo; (D) estaurolita, granada, biotita, muscovita, quartzo; (E) cianita, estaurolita, biotita, muscovita, quartzo; (F) silimanita, biotita, muscovita, quartzo. (a) Em que zona barroviana fica cada uma? (b) Quantas isógradas a estrada atravessa, e quais? (c) Por que não basta conhecer as isógradas para traçar o gradiente metamórfico de campo?
Solução
Solução de Exercício 11.1.
(a) A zona da clorita, B zona da biotita, C zona da granada, D zona da estaurolita, E zona da cianita, F zona da silimanita. (b) Cinco: as isógradas da biotita, da granada, da estaurolita, da cianita e da silimanita, cada uma entre duas amostras sucessivas, com o grau subindo de A para F. (c) Uma isógrada diz apenas que uma reação ocorreu; um gradiente de campo precisa de pressões e temperaturas, que vêm de reações calibradas ou da termobarometria da assembleia de pico de cada rocha.
Exercício 11.2 ★
Uma granada tem e , a biotita ao lado dela e . (a) Calcule e . (b) Com a calibração deste capítulo, calcule a temperatura a e a . (c) O resultado é um indicador de temperatura ou de pressão?
Solução
Solução de Exercício 11.2.
(a) , ; , . (b) ; denominador ; a , ; a , . (c) Dois quilobares a mudam em apenas : um termômetro.
Exercício 11.3 ★
Um metapelito dá e . (a) Sob rochas de densidade média (), a que profundidade ele estava? (b) Que gradiente de temperatura isso implica a partir de na superfície? (c) A linha experimental cianita silimanita passa por a e por a : que aluminossilicato a rocha deveria conter?
Solução
Solução de Exercício 11.3.
(a) . (b) . (c) A , a linha fica em ; a , a rocha está do lado de alta pressão: cianita.
Exercício 11.4 ★
Para a serpentinização da forsterita escrita neste capítulo: (a) verifique que a equação está equilibrada em massa, com as massas molares 140.693 (forsterita), 18.015 (água), 277.112 (serpentina) e (brucita); (b) calcule a variação de volume dos sólidos; (c) calcule as densidades da olivina e dos produtos. (d) O que essa variação faz a um peridotito serpentinizado sob o fundo do mar?
Solução
Solução de Exercício 11.4.
(a) Reagentes ; produtos : equilibrada dentro do arredondamento. (b) se tornam : . (c) Olivina ; produtos . (d) A rocha incha metade de seu volume e fica mais leve; ela também armazena água em seus minerais.
Exercício 11.5 ★★
Calibre o termômetro a partir de quatro dos experimentos a : e a , e a . (a) Faça a média de cada par e encontre a reta que passa pelas duas médias. (b) Deduza e , com . (c) Compare as temperaturas que sua calibração e a do capítulo dão a para , e . O que você conclui sobre a extrapolação de uma calibração?
Solução
Solução de Exercício 11.5.
(a) Médias a e a . Com e , K e . (b) , logo ; . (c) A : para , 588.1 contra ; para , 419 contra ; para , 819 contra . Dentro do intervalo dos experimentos, as duas calibrações concordam, embora suas constantes difiram de e ; os erros de e se compensam ali e crescem fora dele. Uma calibração não deve ser usada longe das condições de seus experimentos.
Exercício 11.6 ★★
(a) A partir dos volumes molares a (almandina 115.32, piropo 113.12, anita 154.30, flogopita 149.65, grossulária 125.28, anortita 100.79, cianita 44.15, quartzo ), calcule o da troca e da reação GASP, e compare com os valores que as calibrações usam, e . (b) Para , de quantos kelvin um erro de desloca a temperatura? (c) Ao longo da linha GASP de uma rocha com , de quantos bar um erro de desloca a pressão?
Solução
Solução de Exercício 11.6.
(a) Troca: , contra 0.311. GASP: , contra , o valor da calibração a e , onde a dilatação térmica e a compressão mudam os volumes. Nos dois casos, a variação da GASP é de vinte a trinta vezes a da troca. (b) : por quilobar. (c) A inclinação da linha é ; deslocam a pressão de .
Exercício 11.7 ★★
A , uma granada tem e o plagioclásio ao lado dela . (a) Calcule a pressão GASP. (b) Refaça o cálculo com . (c) A que profundidade estava a rocha, para uma densidade média de ?
Solução
Solução de Exercício 11.7.
(a) ; ; ; . (b) , : a menos, de modo que o plagioclásio deve ser analisado com cuidado. (c) .
Exercício 11.8 ★★
Use as idades da titanita das rochas subductadas mais profundas dos Alpes: cerca de a , a , a . (a) Com uma densidade média de , converta as pressões em profundidades. (b) Calcule as duas taxas médias de exumação e compare com os 3.4 e publicados. (c) Qual é a incerteza do primeiro intervalo de tempo, e que faixa de taxas ela admite? (d) Compare com a taxa de erosão do modelo de espessamento, .
Solução
Solução de Exercício 11.8.
(a) : , e . (b) e , um pouco acima dos 3.4 e 1.6 publicados: sua conversão de pressão em profundidade dá diferenças de profundidade um pouco menores. (c) , logo milhões de anos e uma taxa entre e , 2.4 a : rápida em qualquer caso. (d) Mesmo a taxa mais baixa é cerca de cinquenta vezes os do modelo: a erosão sozinha não pode fazê-lo.
Exercício 11.9 ★★
Para a , (a) calcule e a partir da proposição; (b) com (um erro de em ) e , calcule . (c) Que erro domina? Compare com a incerteza de reivindicada para as melhores calibrações.
Solução
Solução de Exercício 11.9.
(a) ; por quilobar. (b) . (c) O erro analítico sobre domina; sozinho, ele vale dois terços dos das melhores calibrações, que incluem também os erros da própria calibração.
Exercício 11.10 ★★★
Uma borda de granada tem , , ; a biotita da matriz, , ; o plagioclásio, . (a) Aplique o método deste capítulo, partindo de , até que a temperatura varie menos de . (b) Que aluminossilicato a rocha deveria conter (use a linha experimental do Exercício 11.3)? (c) Por que o barômetro deve usar o aluminossilicato realmente presente?
Solução
Solução de Exercício 11.10.
(a) Granada , biotita , , , denominador ; . A : , depois . A : , . A : , ; mais uma vez, . A rocha se equilibrou a cerca de e . (b) A , a linha cianita silimanita fica em : cianita. (c) O barômetro foi calibrado para a cianita; com silimanita, a reação, e sua linha, são outras, já que os dois polimorfos não têm a mesma energia de Gibbs.
Exercício 11.11 ★★★
Com : (a) calcule o tempo de relaxamento da proposição para e para . (b) O modelo erode em 70 milhões de anos; compare esse tempo com os dois de (a). (c) Explique, a partir desses tempos, por que a rocha do modelo atinge seu pico térmico depois de seu pico de pressão. (d) Se a erosão fosse dez vezes mais rápida, o que mudaria na trajetória?
Solução
Solução de Exercício 11.11.
(a) : para , ; para , quatro vezes mais, . (b) Setenta milhões de anos são de quatro a dezoito vezes esses tempos: o calor se propaga pela crosta espessada muito mais depressa do que a erosão a remove. (c) A rocha atinge sua maior profundidade de uma vez, no empilhamento; o calor chega ao longo das dezenas de milhões de anos seguintes, enquanto a erosão a traz lentamente para cima: a temperatura continua subindo por algum tempo durante a descompressão. (d) Uma erosão em sete milhões de anos traria a rocha para cima antes que a condução a tivesse aquecido: um pico térmico mais baixo, atingido cedo, a pressão mais alta, e uma trajetória fria de volta à superfície.
Exercício 11.12 ★★★
Tome uma crosta de de espessura e densidade sobre um manto de . (a) A que profundidade a pressão chega a , o mínimo para a coesita de Dora Maira? (b) E a , para os diamantes de Kokchetav? (c) Que gradiente médio à profundidade de (a) implica, e em que série ele cai? (d) A , quanto tempo leva a subida da profundidade de (a) até ?
Solução
Solução de Exercício 11.12.
(a) A crosta pesa ; os restantes exigem de manto: profundidade de , como os ou mais do estudo original. (b) , profundidade de . (c) : uma razão muito alta entre pressão e temperatura, a série das zonas de subducção. (d) .
11.9 Problema: a viagem de uma granada
Problema 11.1
Problema de fim de semana — termobarometria, trajetória e taxa de exumação de um xisto
Um xisto a cianita, granada e biotita contém granadas com um núcleo e uma borda. O núcleo engloba biotita, plagioclásio e cianita; a borda toca a biotita e o plagioclásio da matriz. Em torno das granadas, parte da cianita é substituída por silimanita, e nas bordas das granadas cresceu um pouco de clorita. As análises são:
| ou | |||
|---|---|---|---|
| núcleo da granada | 0.080 | 0.760 | 0.050 |
| biotita incluída no núcleo | 0.40 | 0.58 | — |
| plagioclásio incluído no núcleo | — | — | 0.25 |
| borda da granada | 0.120 | 0.720 | 0.060 |
| biotita da matriz | 0.46 | 0.53 | — |
| plagioclásio da matriz | — | — | 0.28 |
Use o termômetro granada–biotita e o barômetro GASP deste capítulo (mistura ideal), , , uma densidade média de acima da rocha, e arredonde cada razão a quatro casas decimais.
Parte I — As temperaturas.
- Calcule no núcleo da granada e na biotita incluída, e depois e para o núcleo.
- Faça o mesmo para a borda e a biotita da matriz.
- Calcule a temperatura do núcleo a .
- Calcule a temperatura da borda a .
- De quantos kelvin um erro de mudaria essas temperaturas?
- Por que o núcleo é emparelhado com a biotita incluída, e a borda com a biotita da matriz?
Parte II — As pressões.
- Calcule a pressão dos membros extremos da reação GASP às duas temperaturas das questões 3 e 4.
- Calcule a pressão GASP do núcleo à temperatura da questão 3.
- Calcule a pressão GASP da borda à temperatura da questão 4.
- Recalcule a temperatura da borda à pressão da questão 9, depois sua pressão a essa temperatura, e mais uma vez a temperatura. Dê a temperatura e a pressão da borda.
- Faça o mesmo uma vez para o núcleo. Por que ele muda tão pouco?
- Converta as pressões do núcleo e da borda em profundidades.
- A linha experimental cianita silimanita passa por 3.67, 5.77 e a 500, 600 e . Que aluminossilicato era estável quando o núcleo cresceu, e quando a borda cresceu? A cianita do núcleo é coerente?
Parte III — A trajetória.
- Entre o núcleo e a borda, de quanto variaram a temperatura e a pressão? A granada crescia na trajetória progressiva ou na retrógrada?
- A silimanita substitui a cianita em torno das granadas. À temperatura da borda, abaixo de que pressão a rocha deve ter passado para que isso aconteça? O que a rocha fez depois que a borda cresceu?
- A clorita cresce nas bordas das granadas. Que parte da trajetória ela registra?
- Desenhe a trajetória: núcleo, borda, silimanita, clorita. Ela é horária ou anti-horária? Que pico veio primeiro?
- O modelo de espessamento deste capítulo leva sua rocha a um pico térmico de a . A trajetória do xisto é do mesmo tipo?
Parte IV — Com que rapidez.
- A borda da granada dá uma idade samário–neodímio de , tomada como a idade do pico; uma muscovita da matriz dá uma idade argônio de , o momento em que a rocha se resfriou abaixo de . Calcule a taxa média de resfriamento entre as duas.
- A temperatura de fechamento de supõe um resfriamento a por milhão de anos. A taxa da questão 19 pede um valor mais alto ou mais baixo, e por quê?
- A , tome uma geoterma de a partir de na superfície. A que profundidade a muscovita se fechou?
- Quanto a rocha subiu entre o pico e o fechamento da muscovita?
- Qual é a incerteza do intervalo de tempo?
- Calcule a taxa média de exumação do pico ao fechamento da muscovita, em milímetros por ano e arredondada ao décimo: o número-chave deste problema.
Solução
Solução de Problema 11.1.
Parte I.
1. Núcleo da granada , biotita ; , .
2. Borda , biotita da matriz ; , .
3. ; numerador ; denominador ; .
4. Denominador ; .
5. para o núcleo e para a borda.
6. Um termômetro se aplica a minerais que estiveram em equilíbrio juntos. A biotita incluída no núcleo ficou isolada do resto da rocha quando o núcleo cresceu; a biotita da matriz trocou por último com a borda. Emparelhar o núcleo com a matriz misturaria dois momentos.
Parte II.
7. Núcleo ; borda .
8. ; ; .
9. ; ; .
10. A : ; a essa temperatura, ; depois . A borda cresceu a cerca de e .
11. A , e : o núcleo cresceu a cerca de e . A primeira estimativa, , já estava próxima, e o termômetro se desloca apenas por quilobar.
12. Núcleo ; borda .
13. A , a linha fica em , abaixo de : cianita, coerente com a cianita incluída no núcleo. A , ela fica em , abaixo de : cianita de novo.
Parte III.
14. e (cerca de mais fundo): a rocha estava sendo soterrada e aquecida, em sua trajetória progressiva.
15. A ou mais, abaixo de : depois que a borda cresceu, a rocha perdeu pelo menos , cerca de de cobertura, permanecendo pelo menos tão quente. Ela foi exumada ainda quente.
16. A clorita é um mineral hidratado de baixo grau: ela registra a trajetória retrógrada tardia, o resfriamento a pequena profundidade, com água.
17. Soterramento e aquecimento até a borda, descompressão sem resfriamento, depois resfriamento: desenhada com a temperatura para a direita e a pressão para cima, a trajetória gira no sentido horário. O pico de pressão veio primeiro, na borda; o pico térmico ao mesmo tempo ou depois, durante a descompressão.
18. Sim: o modelo também atinge primeiro seu pico de pressão, e seu pico térmico, a , durante a subida, perto das condições da borda do xisto. O espessamento seguido de uma erosão lenta explica a trajetória do xisto.
Parte IV.
19. por milhão de anos.
20. A rocha se resfriou cerca de uma vez e meia mais depressa do que o suposto. Um mineral que se resfria mais depressa tem menos tempo para perder seu argônio, de modo que se fecha a uma temperatura mais alta: a verdadeira temperatura de fechamento fica um pouco acima de , e o fechamento um pouco mais fundo.
21. .
22. (com as profundidades não arredondadas, 27.52 e 13.17, ).
23. : , logo uma taxa entre e .
24. por milhão de anos, isto é, , cerca de trinta vezes mais lenta que a primeira etapa de exumação das rochas alpinas mais profundas, e cerca de duas vezes a taxa de erosão do modelo de espessamento.
এই অধ্যায়ে সংজ্ঞায়িত পরিভাষা-শব্দ
- Zonas barrovianas; gradiente metamórfico de campo
- Exumação; taxa de exumação
- Geotermômetro; geobarômetro; reação de troca; reação de transferência líquida
- Série metamórfica; cinturões metamórficos pareados
- Metamorfismo de fundo oceânico; serpentinização
- Trajetória P–T; trajetórias progressiva e retrógrada; condições do pico metamórfico
- Trajetória P–T–t
- Metamorfismo de ultra-alta pressão