Química universitária — 2.º ano · Bachelor Year 2
10Curvas corrente–potencial
O zinco é depositado eletroliticamente sobre o aço a partir de banhos ácidos. No entanto, o diagrama E–pH do volume do 1.º ano diz que o zinco, muito abaixo da reta do hidrogênio, deveria reduzir o ácido e se dissolver tão depressa quanto é depositado. Isso não acontece, porque um diagrama diz o que pode acontecer, não com que velocidade. A velocidade de uma reação de eletrodo é uma corrente, e traçar essa corrente em função do potencial do eletrodo mostra de imediato quais reações são rápidas, quais são lentas e quais são limitadas pelo suprimento de reagente. Essas curvas corrente–potencial são a ferramenta de todo eletroquímico que reveste um metal, carrega uma bateria ou mede o oxigênio de um rio.
O que você já sabe
O volume do 1.º ano: potencial de eletrodo, eletrodo de referência, a equação de Nernst, os diagramas E–pH e seu limite (dizem o que é possível, não com que velocidade). Capítulo 9: , a equação de Nernst demonstrada. Da física: a difusão e a lei de Fick, .
10.1 Um eletrodo fora do equilíbrio
Definição 10.1 (Curva corrente–potencial)
A curva corrente–potencial de um eletrodo em uma solução é o gráfico da corrente que atravessa o eletrodo em função de seu potencial . Uma corrente anódica, contada positivamente, corresponde a uma oxidação no eletrodo; uma corrente catódica, contada negativamente, a uma redução.
Definição 10.2 (Espécie eletroativa)
Uma espécie eletroativa é uma espécie que pode ser oxidada ou reduzida no eletrodo na faixa de potenciais considerada.
Proposição 10.3 (Corrente e velocidade)
Se uma única semirreação com elétrons ocorre em um eletrodo, a corrente mede sua velocidade: , sendo o avanço da oxidação (de modo que para uma oxidação e para uma redução).
Demonstração. Pela Proposição 9.2, um avanço faz passar a carga pelo eletrodo no tempo . ∎
Para registrar uma tal curva, é preciso impor e medir o potencial de um eletrodo enquanto uma corrente o atravessa — o que uma montagem de dois eletrodos não consegue fazer, já que a corrente também muda o potencial do segundo eletrodo.
Definição 10.4 (Montagem de três eletrodos)
Em uma montagem de três eletrodos, a corrente circula entre o eletrodo de trabalho, o que é estudado, e o contraeletrodo, que fecha o circuito; o potencial do eletrodo de trabalho é medido em relação a um eletrodo de referência pelo qual não passa corrente. Um potenciostato eletrônico ajusta a corrente para que esse potencial mantenha o valor imposto.
Quando não circula corrente e as duas formas de um par estão presentes, o eletrodo assume o potencial de Nernst do par — se a troca de elétrons for rápida o bastante para estabelecê-lo. Afastar o potencial desse valor faz circular uma corrente.
10.2 Sistemas rápidos e lentos
Definição 10.5 (Sobretensão)
A sobretensão de um eletrodo atravessado por uma corrente é , a diferença entre seu potencial e o potencial de equilíbrio (de Nernst) do par. O potencial de limiar de uma semirreação é o potencial além do qual sua corrente se torna apreciável.
Definição 10.6 (Sistemas rápidos e lentos)
Um par é um sistema rápido em um dado eletrodo se uma corrente apreciável circula assim que o potencial se afasta de seu potencial de Nernst; é um sistema lento se é necessária uma sobretensão de alguns décimos de volt antes que a corrente se torne apreciável, em um sentido ou no outro.
Um sistema ser rápido ou lento depende do par e do material do eletrodo. Os pares / e / são rápidos sobre a platina; a redução de é rápida sobre a platina, mas lenta sobre o mercúrio, o chumbo ou o zinco; a oxidação da água a dioxigênio é lenta sobre qualquer eletrodo. As transferências de elétrons que rompem ou formam ligações, como as de ou de , são tipicamente lentas; a transferência de um elétron entre dois íons de forma quase igual é rápida. A forma da parte ascendente de uma curva lenta vem da cinética da transferência eletrônica, deduzida no volume do 3.º ano.
10.3 Transporte de matéria e correntes limite
Quando a transferência de elétrons é rápida, a corrente é limitada pela chegada do reagente ao eletrodo. Em uma solução agitada, uma fina camada de líquido junto ao eletrodo fica quase imóvel, e o reagente a atravessa por difusão.
Definição 10.7 (Camada de difusão e corrente limite)
A camada de difusão é a camada de solução, de espessura (de alguns a algumas dezenas de micrômetros em uma solução agitada), junto ao eletrodo, através da qual as espécies se deslocam apenas por difusão. A corrente limite é a corrente atingida quando a espécie eletroativa é consumida tão depressa quanto chega, sendo nula sua concentração na superfície.
Teorema 10.8 (Corrente limite)
Para uma espécie de concentração no seio da solução e coeficiente de difusão , que atravessa uma camada de difusão de espessura até um eletrodo de área , a corrente limite é, em valor absoluto,
Demonstração. Em regime estacionário, o perfil de concentração na camada é linear (a segunda lei de Fick com dá ); logo o fluxo em direção ao eletrodo é , em mols por unidade de área e de tempo. Cada molécula que chega reage com elétrons: , máximo para . ∎
Exemplo 10.9 (Ordem de grandeza de uma corrente limite)
Para uma espécie a (), com , , , sobre : .
Teorema 10.10 (Onda de um sistema rápido)
Para um par rápido , com corrente limite anódica (fixada por Red) e corrente limite catódica (fixada por Ox), a curva estacionária é
sendo a espessura da camada a mesma para as duas formas.
Demonstração. Para um sistema rápido, a equação de Nernst vale na superfície do eletrodo, . Perfis lineares: uma corrente anódica consome Red e produz Ox na superfície, . Com e , essas relações dão e . Substitua na equação de Nernst. ∎
Corolário 10.11 (Potencial de meia-onda)
Quando as duas formas têm coeficientes de difusão iguais, : com uma só forma presente, a corrente vale metade de seu valor limite no potencial padrão do par.
Demonstração. Com apenas Red presente, , e para o logaritmo se anula: quando . ∎
Proposição 10.12 (Os patamares medem concentrações)
Com agitação e eletrodo fixos, a altura de um patamar é proporcional à concentração da espécie que ele consome: um eletrodo mantido em um potencial do patamar é um sensor amperométrico.
Demonstração. , e o fator entre parênteses é constante com agitação e temperatura fixas. ∎
10.4 O solvente e o eletrodo
A própria água é eletroativa: ela é oxidada a dioxigênio () e reduzida a di-hidrogênio (, ou ). Como o solvente nunca se esgota, suas curvas não têm patamar: elas sobem abruptamente e limitam todas as outras curvas.
Definição 10.13 (Janela de eletroatividade)
As barreiras do solvente são os ramos abruptos da oxidação e da redução do solvente. A janela de eletroatividade é a faixa de potenciais entre elas, na qual as curvas das espécies dissolvidas podem ser observadas.
Proposição 10.14 (A janela da água)
Na água, a um dado pH, a janela fica em torno da faixa termodinâmica dos dois pares da água, e , alargada de cada lado pela sobretensão da reação correspondente no eletrodo usado.
Raciocínio. Cada barreira começa perto do potencial de Nernst de seu par, deslocado pela sobretensão de limiar: a oxidação da água é lenta sobre todos os eletrodos; por isso a barreira anódica fica alguns décimos de volt acima de (a pH 0); a redução de é rápida sobre a platina, cuja barreira catódica fica perto de , mas lenta sobre o zinco, o chumbo ou o mercúrio, cuja barreira fica vários décimos de volt mais abaixo. ∎
10.5 Ler as curvas
Método 10.15 (Esboçar as curvas de uma solução)
- Trace as duas barreiras do solvente para o pH e o material do eletrodo.
- Para cada par presente, situe seu potencial de Nernst (as duas formas presentes) ou (uma forma): um sistema rápido corta o eixo ali abruptamente; um sistema lento é deslocado por suas sobretensões.
- Dê a cada onda um patamar proporcional à concentração da espécie que ela consome; um eletrodo metálico que se oxida a si mesmo não tem patamar (o metal não se esgota).
- Some as correntes das reações possíveis em cada potencial.
Método 10.16 (Ler as curvas)
- A potencial imposto, leia em cada curva a corrente de cada reação: elas ocorrem simultaneamente, na proporção de suas correntes.
- A corrente imposta (eletrólise), encontre o potencial no qual as curvas anódicas ou catódicas somam essa corrente; as reações envolvidas são aquelas cujas curvas contribuem ali.
- Para uma pilha, ou um metal que sofre corrosão, a corrente anódica de uma reação é igual à corrente catódica da outra: procure esse par de pontos.
Exemplo 10.17 (Zincagem a partir de um banho ácido)
Em um banho ácido de zinco, o cátodo admite duas reduções possíveis: (, rápida) e (). Termodinamicamente, o hidrogênio deveria vir primeiro e o zinco nunca. Mas sobre o zinco a redução de é lenta: sua barreira fica abaixo de e, no potencial em que o zinco se deposita a uma velocidade útil, forma-se pouco hidrogênio. É a curva, e não o diagrama, que explica o revestimento.
História — A polarografia

Em 1922, Jaroslav Heyrovský registrou a corrente através de um eletrodo de mercúrio que se formava gota a gota na ponta de um capilar, enquanto o potencial era varrido: cada espécie redutível dava um degrau cuja posição a identificava e cuja altura media sua concentração. A gota renovada mantinha a superfície limpa, e a alta sobretensão do hidrogênio sobre o mercúrio abria uma ampla janela catódica. A polarografia lhe valeu o Prêmio Nobel de Química em 1959 e fundou a química eletroanalítica; a fotografia o mostra com um eletrodo gotejante de mercúrio. (Fotografia: arquivo do Instituto J. Heyrovský de Físico-Química, CC BY-SA 3.0, Wikimedia Commons.)
10.6 Exercícios
Exercício 10.1 ★
Em uma pilha de Daniell que fornece corrente, dê o sinal da corrente no eletrodo de zinco e no eletrodo de cobre, com as convenções deste capítulo.
Solução
Solução de Exercício 10.1.
O zinco é oxidado: corrente anódica, positiva. Os íons cobre são reduzidos no eletrodo de cobre: corrente catódica, negativa. As duas correntes são iguais em valor absoluto, pois a mesma carga circula pelo circuito.
Exercício 10.2 ★
Calcule a corrente limite da redução de (, ) sobre com (valores de modelo).
Solução
Solução de Exercício 10.2.
, isto é, .
Exercício 10.3 ★
Nas curvas modelo do capítulo, como se reconhece um sistema rápido e um sistema lento? Dê um exemplo de cada um sobre a platina.
Solução
Solução de Exercício 10.3.
Um sistema rápido corta o eixo dos potenciais abruptamente em seu potencial de Nernst; um sistema lento apresenta um trecho plano de corrente nula em torno dele, e seus ramos só começam após uma sobretensão. Sobre a platina: / (rápido); / (lento).
Exercício 10.4 ★
Uma solução contém apenas . Em que potencial sua corrente anódica atinge a metade de seu patamar, se as duas formas difundem do mesmo modo ()?
Solução
Solução de Exercício 10.4.
No potencial de meia-onda, igual a quando as duas formas difundem do mesmo modo.
Exercício 10.5 ★★
Um eletrodo de platina em uma solução de e (concentrações iguais, = 0.77 e ) é varrido em direção a potenciais negativos. Descreva a curva: ondas, patamares, suas alturas e a barreira catódica.
Solução
Solução de Exercício 10.5.
Perto de , uma onda catódica do (rápido), que atinge um patamar proporcional à sua concentração. Perto de , uma segunda onda, com deposição de cobre; seu patamar se soma ao primeiro e é cerca de duas vezes mais alto para uma concentração igual e coeficientes de difusão semelhantes, já que . Depois, perto de a pH 0 sobre a platina (mais abaixo quando o eletrodo fica recoberto de cobre), a barreira abrupta da redução de .
Exercício 10.6 ★★
Na solução do Exercício 10.5, o potencial do eletrodo é mantido em e depois em . O que acontece em cada caso?
Solução
Solução de Exercício 10.6.
A : só o é reduzido a , em sua corrente limite. A : o é reduzido e o cobre se deposita ao mesmo tempo, cada um em sua corrente limite; o total é a soma dos dois patamares.
Exercício 10.7 ★★
Dê os potenciais de Nernst dos dois pares da água a pH 0 e a pH 14, e esboce como a janela sobre a platina se desloca com o pH.
Solução
Solução de Exercício 10.7.
pH 0: e ; pH 14: e . Sobre a platina, a janela mantém sua largura e desce por unidade de pH, cada barreira acompanhando seu par, a anódica ainda deslocada para cima pela sobretensão do oxigênio.
Exercício 10.8 ★★
O é titulado pelo enquanto um eletrodo de platina mantido em registra a corrente. Esboce a corrente em função do volume adicionado e explique como ela localiza a equivalência (/: ).
Solução
Solução de Exercício 10.8.
A , o é oxidado em seu patamar (corrente anódica proporcional a ) e todo presente é reduzido em seu patamar (corrente catódica proporcional a ). Antes da equivalência, a corrente anódica cai linearmente com o volume adicionado; depois dela, a corrente catódica cresce linearmente. As duas retas cortam o zero na equivalência.
Exercício 10.9 ★★
Dobrar a velocidade de agitação divide por dois a espessura da camada de difusão. O que acontece com os patamares, com o potencial de meia-onda e com o potencial de corrente nula de um sistema rápido?
Solução
Solução de Exercício 10.9.
Os patamares dobram (). O potencial de meia-onda não muda, já que a camada é a mesma para as duas formas; nem o potencial de corrente nula de um sistema rápido, que é o potencial de Nernst.
Exercício 10.10 ★★★
Deduza a equação da onda de um sistema rápido com apenas Red presente e mostre que um gráfico de em função de é uma reta de inclinação volt a .
Solução
Solução de Exercício 10.10.
Como no capítulo, com : . Em logaritmos decimais, , uma reta de inclinação volt a , que corta o eixo de em .
Exercício 10.11 ★★★
Um pedaço de zinco mergulhado em ácido a se dissolve apenas lentamente, enquanto o mesmo pedaço em contato com um fio de platina se dissolve depressa, com hidrogênio borbulhando sobre a platina. Explique com curvas corrente–potencial.
Solução
Solução de Exercício 10.11.
Sozinho, o zinco se estabiliza no potencial em que sua corrente anódica (oxidação rápida do zinco) é igual à corrente catódica de redução de sobre o zinco, que é pequena porque essa redução é lenta sobre o zinco: a dissolução é lenta. Em contato com a platina, os elétrons liberados pelo zinco podem reduzir sobre a platina, onde a redução é rápida: a corrente catódica a um dado potencial é muito maior, o equilíbrio de correntes é atingido a uma corrente mais alta, e o zinco se dissolve mais depressa enquanto o hidrogênio se forma sobre a platina.
Exercício 10.12 ★★★
Para oxidar uma espécie cuja onda fica em a pH 0, você escolheria um eletrodo de platina ou um eletrodo com alta sobretensão de oxigênio? Explique e diga o que se formaria caso contrário.
Solução
Solução de Exercício 10.12.
Sobre a platina, a oxidação da água começa perto de a pH 0: antes de , a corrente seria gasta produzindo dioxigênio. Um eletrodo sobre o qual a oxidação da água exige uma sobretensão maior empurra a barreira para além de , de modo que a espécie pode ser oxidada dentro da janela.
10.7 Problema: Uma sonda de oxigênio para um rio
Problema 10.1
Problema de fim de semana — o cátodo de um sensor amperométrico de oxigênio, a corrente limite através de sua membrana, a calibração em água saturada de ar com a lei de Henry e o teor de oxigênio de um rio
Uma sonda amperométrica de oxigênio tem um cátodo de ouro e um ânodo de prata em um gel de cloreto de potássio, separados da amostra por uma fina membrana permeável a gases. O cátodo é mantido em em relação ao ânodo de prata–cloreto de prata. Dados a : constante da lei de Henry do , ; pressão de vapor da água ; oxigênio no ar seco 20.95 % em volume; ; . Membrana (valores de modelo): área , espessura , coeficiente de difusão efetivo do através dela .
Parte I — O cátodo.
- Escreva a redução do dioxigênio em meio neutro.
- Escreva a reação no ânodo de prata e a reação global.
- Calcule o potencial de Nernst do par / a pH 7 com .
- Expresse o potencial do cátodo, em relação a Ag/AgCl, na escala do hidrogênio, tomando como 1 a atividade do cloreto no gel.
- Por que o cátodo deve ser mantido muito abaixo do potencial de Nernst do ?
- Por que se escolhe um potencial no patamar?
- O que fixa o limite inferior dos potenciais utilizáveis?
Parte II — A corrente limite.
- Descreva o perfil de concentração do através da membrana quando o cátodo funciona em seu patamar.
- Escreva o fluxo de através da membrana.
- Deduza a corrente em função da concentração de dissolvido.
- Por que se usa a espessura da membrana no lugar da camada de difusão?
- Por que a leitura depende pouco da agitação do rio, mas muito da incrustação da membrana?
Parte III — A calibração.
- Calcule a pressão parcial do sobre a água saturada de ar a e .
- Calcule a concentração de dissolvido na saturação, em .
- Expresse-a em .
- Preveja a corrente da sonda em água saturada de ar.
- A sonda lê de fato em água saturada de ar (dados do exercício). Calcule sua sensibilidade em por .
- Por que calibrar em vez de confiar na corrente prevista?
- O que a sonda deveria ler em água isenta de oxigênio?
Parte IV — O rio.
- Em uma amostra de rio a , a sonda lê . Calcule o oxigênio dissolvido em .
- Expresse-o como porcentagem da saturação.
- A água de um rio está quase saturada de oxigênio na nascente. Sugira uma causa para o déficit.
- Que quantidade de a sonda consome em uma hora? Ela perturba a amostra?
- Por que a calibração deve ser refeita se o rio estiver a ?
- Dê a concentração de oxigênio dissolvido da amostra.
Solução
Solução de Problema 10.1.
1. . 2. (quatro vezes); global . 3. . 4. com cloreto de atividade 1: na escala do hidrogênio. 5. A redução do é um sistema lento: abaixo de seu potencial de Nernst, é necessária uma sobretensão de vários décimos de volt antes que a corrente cresça, e mais ainda para atingir o patamar. 6. No patamar, a corrente depende apenas do suprimento de , e não de pequenas derivas do potencial: ela mede a concentração. 7. A redução da água a di-hidrogênio (a barreira catódica), que acrescentaria uma corrente sem relação com o oxigênio. 8. Linear através da membrana, de do lado da amostra até zero no cátodo. 9. por unidade de área. 10. (catódica), . 11. A membrana é a etapa mais lenta: a difusão através dela é muito mais lenta que na água do lado de fora; por isso a membrana faz o papel da camada de difusão. 12. O gradiente de concentração fica dentro da membrana, cuja espessura não depende da agitação (desde que a água do lado de fora se renove); um depósito sobre a membrana aumenta a espessura e diminui a corrente. 13. . 14. (). 15. (). 16. . 17. per . 18. A espessura da membrana e seu coeficiente de difusão não são conhecidos com precisão e mudam com o envelhecimento e com a temperatura; uma medida em uma solução conhecida inclui todos eles. 19. Zero (na prática, uma pequena corrente residual, que é subtraída). 20. . 21. da saturação. 22. Oxigênio consumido pela decomposição de matéria orgânica (esgoto, plantas mortas) mais depressa do que é reposto pelo ar e pela fotossíntese. 23. por hora: desprezível diante do oxigênio de um único litro de água (). 24. Tanto a solubilidade do (constante de Henry) quanto a difusão através da membrana variam com a temperatura: a sensibilidade determinada a deixa de valer. 25. A amostra contém de oxigênio dissolvido.